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17/12/2009 02:57 Cadeias lotadas interferem na segurança pública
Se, por uma fatalidade, a cadeia da delegacia de Contenda, a 35 quilômetros de Curitiba, pegar fogo durante a noite, os presos correm o risco de morrer queimados.
A delegacia, sob a responsabilidade do delegado Daniel Prestes Fagundes, não tem carcereiro durante a noite, e, de dia, um sargento da Polícia Militar faz a guarda dos presos.
No entanto, ele está de férias, e o serviço de carceragem está sendo feito por um funcionário da prefeitura. Além disso, no município não há bombeiros, e o posto mais próximo é em Araucária, a cerca de 23 quilômetros.
O delegado Daniel é titular na delegacia da Lapa, onde a situação não é diferente. Segundo relato dos integrantes da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), que estiveram lá na manhã de ontem, o xadrez tem capacidade para 14 presos, mas abriga 70, entre eles 22 já estão condenados, alguns há mais de um ano. Além disso, a cadeia já estava interditada judicialmente desde abril e até agora, a ordem não foi cumprida.
Desumanas
Segundo a advogada Isabel Kugler Mendes, secretária da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PR, as condições na cadeia da Lapa são desumanas, assim como em diversas cadeias do estado.
“O p rédio está deteriorado. É uma construção de mais de 60 anos e com espaço insuficiente. Além disso, o efetivo é pouco. São cinco investigadores, um escrivão e um delegado, que também é responsável pela delegacia de Contenda”, explicou.
A advogada disse que, desde 10 de abril o xadrez da delegacia da Lapa já foi interditado judicialmente, no entanto, não se sabe porque, até agora a determinação judicial não foi cumprida.
“A juíza do município informou que tomou todas as medidas e entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública. Recebeu a resposta de que não há solução pois o efetivo é pequeno. O que não pode acontecer é uma ordem judicial ser ignorada dessa forma”, completou.
Delegacia trabalha no limite do efetivo
O delegado Daniel Prestes Fagundes disse que, em Contenda, são 17 presos, os de menor periculosidade e as mulheres. Entre eles sete que já foram condenados, quatro mulheres e três homens.
“À noite não temos carcereiro, contamos com o apoio dos guardiões da prefeitura, que ficam do lado de fora, cuidando do prédio. Caso aconteça alguma coisa, eles avisam o escrivão ou o sargento”, explicou.
O delegado disse também que, com o efetivo que possui na delegacia da Lapa, consegue manter um investigador por plantão, mas torce para que nenhum fique doente, ou por outro motivo qualquer saia de licença. “Também não temos cozinheira. Recebemos dinheiro para comprar comida, que é feita por duas funcionárias da prefeitura”, completou.
Antiguidade
Para o delegado, o problema da superlotação é antigo e influencia diretamente a segurança pública. Ele acredita que tirar os presos das delegacias resolveria a maior parte do problema, pois os delegados são formados para agir como polícia judiciária e investigativa.
“No lugar das investigações, temos que levar os presos no médico, comprar comida, ir a audiências e, principalmente, atender familiares e advogados. Isso nos toma muito tempo”, contou. Para ele, o que o Estado fez em Curitiba, tirando os presos dos distritos, deveria ser feito nas outras delegacias | comentários(1)
10/12/2009 03:05 Um beijo na sua alma

“Amado por uns, odiado por outros, mas respeitado por todos”. Assim o repórter Ricardo Alexandre definiu o ex-deputado Luiz Carlos Alborguetti, de 64 anos, que morreu às 13h desta quarta-feira (09), em uma UTI montada na casa onde morava. Desde março ele lutava contra um câncer no pulmão que nos últimos dias havia se espalhado pelos ossos. “ele foi um guerreiro, sempre lutou pelo que acreditava. Mesmo no fim da vida sempre achava que poderia voltar com os programas de TV, de rádio. O homem era um lutador” contou Ricardo.
Particularmente sempre gostei muito do trabalho do velho Dalborga. Eu sempre gostei de teatro e também um apaixonado pela editoria policial, e o cara juntava estas duas artes. Ele apresentava o programa interpretando ele mesmo. Aquela toalhinha no ombro, o cassetete que ele dizia que era o “povo”, eram assessórios usados para incrementar as apresentações.
Maior prova disso é que ele fez história, e fez escola. Depois dele surgiram muitos outros. Mas quando alguém precisa lembrar de um programa policial, é o nome dele que vem a tona.
Hoje, como sempre, a audiência é o que comanda as grandes redes. Quem dá audiência ganha mais, tem mais prestígio e o passe cobiçado. Por várias vezes, o programa Cadeia, que era apresentado por ele bateu a Globo no Ibope.
Quem foi Luiz Carlos Alborguetti
Ele nasceu em Andradina, interior de São Paulo. Iniciou sua carreira na crônica policial em 1976 em uma rádio de Londrina. Lá mesmo foi vereador e em seguida levou seu programa para a televisão. Alguns anos depois, o 'Cadeia' passou a ser transmitido para todo o Paraná. Ele foi eleito deputado estadual por quatro vezes.
Televisão
Em 1992, através da CNT (sucessora da Rede OM), o programa 'Cadeia' passou a ser transmitido para todo o Brasil. Foi nesse período que Alborghetti tornou famosos bordões como "tá no colo do capeta", "tá no beiço do macaco" e "tá no bico do urubu". Mas sua marca registrada era a frase: "bandido bom é bandido morto".
Anos depois, deixou a emissora para se reeleger deputado estadual e voltou com o 'Cadeia' na TV Independência. Durante seus anos na televisão, Alborghetti lançou nomes como Carlos Massa, o Ratinho - que apresenta programas no SBT - Luiz Augusto Canário, o Canarinho - que apresenta o Tribuna da Massa na TV Tibagi - e Roberto Aciolli - apresentador do 190 na CNT.
Na última década, Alborghetti apresentou programas em webrádios e webtelevisões. Há cerca de dois anos, comandava o "Cadeia Alborghetti", de segunda a sexta, na Rádio Colombo, em Curitiba.
Alborghetti deve ser velado no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná. Ele deixa três filhos, quatro netos e a mulher, Maria Auxiliadora Alborghetti
http://www.youtube.com/watch?v=78U6Xjp9DUM&feature=player_embedded | comentários(1)
08/12/2009 01:50 Lições tiradas da selvageria Tanta gente já falou, já mostrou, criticou toda a balburdia que aconteceu depois do jogo entre os piores times do Campeonato Brasileiro. O assunto rendeu destaque internacional e o país da copa, mais um vez foi motivo de chacota e dúvidas.
Mas apesar de ser trágico, lamentável e inaceitável, de tudo o que aconteceu, podemos tirar algumas lições. Uma delas é para os colegas de imprensa, na qual, com humildade me incluo. Percebe-se que existe uma necessidade exagerada em passar a informação, mesmo sem ter a certeza de que ela é correta. Várias rádios, redes de TV e sites disseram que o polícia ferido estava morto. Todo mundo pode confirmar, mas a imprensa só poderia divulgar que isso realmente aconteceu se ele realmente tivesse dado entrada no Instituto Médico Legal.
Pode parecer exagero, afinal, um comandante da PM deu entrevistas afirmando que o colega de farda havia passado desta para a melhor, mas devemos levar em consideração a situação geral do conflito: Os policiais no meio do campo de batalha, assustados, e mesmo com cassetete, armas de efeito moral e escudos, estavam acuados. Pelo rádio da polícia era possível perceber tal situação. Para cada acionamento relacionado as confusões pós jogo, eles trocavam xingamentos e a todo instante falavam que quem deveria estar na batalha era o comandante da operação que escalou meia dúzia de pm´s para enfrentar a massa. Segundo eles, talvez ainda motivados pelo sucesso do filme Tropa de Elite, o capitão de uma tropa deve agir igual no Rio de Janeiro, estar junto no conflito, fato que não aconteceu.
Mas voltando a imprensa, quando as emissoras afirmavam que o PM havia morrido, os policiais que estavam ouvindo, repassavam a informação e em poucos instantes, como se fosse aquela brincadeira de telefone sem fio, já estavam dizendo que havia uma chacina, que várias pessoas estavam mortas dentro e fora do estádio.
A comunicação é tudo, inclusive um instrumento propulsor, não diria de falsas verdades, muito menos de mentiras, mas de informações mal checadas. | comentários(0)
26/11/2009 20:20 Precisa-se de um líder Na quarta-feira à noite fiz uma matéria para a TV, em uma praça, que fica no final da Rua São José dos Pinhais, quase no trilho do trem, no Bairro Novo A, no Sítio Cercado.
A princípio um lugar de morte como outro qualquer. Um homem de 41 anos assassinado a tiros, supostamente por conta do envolvimento com o tráfico de drogas.
Mas depois de conversar com alguns moradores, descobri que o local é uma praça de execução. Em menos de um mês, cinco pessoas foram assassinadas ali.
Uma moradora disse que quando ouve alguns tiros durante a noite, já sabe que tem morto na praça.
Sabendo que o local é um ponto de violência, porque a polícia não patrulha melhor a área? E não só isso, pois é muito fácil colocar a culpa na PM. Mas porque a prefeitura não ilumina melhor a praça, ou arranca todas as árvores de uma vez?
Essa acomodação é que deve ser combatida. Essa mania de justificar o crime pelo fato da vítima ser usuária de drogas, que todo usuário é lixo.
Parece que fica fácil se explicar para a sociedade, para a imprensa, e para eles mesmo que o crime aconteceu por que a vítima estava envolvida com o tráfico, e não porque falta tudo, segurança, saúde e principalmente educação.
Precisamos de um líder, que bata no peito e compre essa briga. | comentários(0)
25/11/2009 15:50 Bingo pra que te quero
Ontem a noite estava de plantão pela TV, e por volta de 21h, um policial muito gente boa, me ligou no celular. Ele disse que alguns policiais militares do 20.º Batalhão da PM tinham “arrebentado” um bingo, no Bairro Uberaba. O nome da rua eu não lembro, mas fica bem pertinho da churrascaria Boi Dourado. Enfim, quando chegamos no local, encontramos várias mulheres, de certa forma indignadas, outras envergonhadas, mas a maioria com um ar de deboche, tanto para a polícia quanto para os profissionais de imprensa que estavam por lá.
O bingo é uma questão que deve ser repensada, ou então, tem que ser 8 ou 80. Ou coíbe mesmo, inclusive jogo de bicho e todos os outros cassinos da cidade, que inclusive é frequentado por pessoas influentes, ou se faz vistas grossas e deixa passar.
Primeiro porque jogo não é crime, é contravenção. A dona deste estabelecimento, por exemplo, foi levada para a delegacia com o carro da P2 descaracterizado, tirando sarro: “Achei que ia de viatura”.
Os policiais ainda tem que ouvir frases tipo: "Deviam estar prendendo ladrões". Mas o pior vem depois, quando o responsável é levado par aa delegacia, temq ue preencher uma infinidade de papéis, e depois que ele é entregue ao delegado, assina um termo circunstanciado e vai embora. No outro dia, tudo normal. Quando o bingo não abre no mesmo lugar, só muda de endereço.
Além disso, a polícia ainda corre o risco de trabalhar em prol dos próprios donos de bingo. Uma vez recebi uma informação de que os donos de bingos concorrentes faziam as denúncias, davam detalhes de valores, número de jogadores e melhores horários para a abordagem policial. Quando o lugar denunciado era fechado, os clientes migravam para o concorrente.
Outro dia, um bingo foi fechado no Juvevê. Uma das jogadoras, uma mulher de 80 anos reclamou dizendo: “Eu trabalhei a minha vida inteira, agora que to aposentada e quero gastar o meu dinheiro, do jeito que eu bem entender, não posso”...risos | comentários(0)
25/11/2009 15:24 As várias histórias de um repórter policial
Cinco meses depois, vamos novamente tentar manter este espaço atualizado. O meu problema realmente é falta de tempo, mas como dizem os sabichões, tempo a gente arruma. Vamos ver se dá certo.
Desde que comecei na editoria Policial dos Jornais Tribuna do Paraná e O Estado do Paraná, o repertório de histórias e estórias aumentou significativamente. Em cada local de morte, além da história principal, motivo pelo qual os carrapichos (repórteres policiais) estão ali, existem uma série de outras situações, que direta ou indiretamente se relacionam com o fato e também conosco.
As vezes é um cachorro que fica ao lado do corpo, ou então um familiar exaltado, ou até mesmo um bêbado que quer se despedir do amigo atropelado.
Há um tempo atrás eu li um livro que fala exatamente sobre isso, as várias historias contadas pelo jornalista. Segundo o autor, quando um repórter escreve um texto, sobre um homicídio por exemplo, ele escreve a historia do morto, e também a sua, ou seja, o capitulo final da historia do falecido e apenas mais um capitulo da sua historia de vida.
Meio doido esse assunto, mas interessante, pois o nosso negócio é contar histórias, e da melhor forma possível, para que fique marcada na cabeça do leitor. Mas além disso, que reporte a realidade com responsabilidade sem colocar em risco as testemunhas, sempre respeitando todos os envolvidos, seja policial ou bandido, ou principalmente familiar de algum envolvido. Para a mãe de um traficante morto, ele sempre vai ser vítima, no entanto, para a mãe de um viciado, que vê um traficante morto, ele demorou para morrer. Por outro lado, para a polícia, bandido bom é bandido morto. Enquanto para a imprensa, bandido bom, é bandido preso, e que principalmente dê entrevista exclusiva...risos, obviamente se o delegado permitir. | comentários(1)
15/06/2009 00:37 Pm ligeira
Dupla vai em cana com carro "emprestado"
Menos de quinze minutos depois de roubarem o Peugeot 206 placa AKF-9276, na Rua Doutor Muricy, no centro de Curitiba, dois rapazes foram presos por policiais militares do 12.º Batalhão. Claudio Hartmann Briques, 24 anos, e Rafael Schaffer Batista, 29, foram presos na Avenida Iguaçu. Os dois foram reconhecidos pela vítima e encaminhados para a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV).
Segundo o tenente Marcos, os dois abordaram o representante comercial Celso Sangali, quando ele se preparava para entrar no veículo. "O dono do carro disse que eles deram a entender que estavam armados e o obrigaram a dar as chaves do carro. Em seguida fugiram em alta velocidade", contou o policial. A ação foi vista por um homem que passava do outro lado da rua e avisou a polícia, que rapidamente chegou ao local. No entanto, outra equipe do 12.º BPM seguiu a rota de fuga dos assaltantes e conseguiu abordá-los algumas quadras adiante.
"Foi tudo muito rápido. Enquanto a vítima preenchia o boletim de ocorrência, outra equipe já tinha recuperado o carro e encaminhava os dois marginais para a delegacia", contou.
Na delegacia, a polícia descobriu que Rafael já tinha passagens pela Delegacia de Frutos e Roubos.
Os bandidos disseram para a polícia que não roubaram o carro, apenas pediram emprestado para o proprietário. "Eles disseram que estavam voltando da noitada e não tinham dinheiro para pegar um taxi, então resolveram pedir o carro emprestado", contou o tenente. O dono do carro disse que ficou surpreso, tanto com a agilidade da polícia, quanto com a cara-de-pau dos bandidos. | comentários(0)
02/06/2009 03:07 Umbanda e desmanche no mesmo terreiro
Três pessoas foram presas no Centro de Umbanda do Pai Clécio, no final da Rua Francisco de Assis, Jardim Santa Mônica, em Piraquara, no final da manhã de ontem.
Em um depósito ao lado do centro, foram encontradas peças de um Fiat Brava, roubado às 11h de sexta-feira, além de peças de outros veículos, roubados em São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro.
Edson Figueiredo, 44 anos, José Luís Frutuoso, 42, e Clécio Antônio de Lima, 56, dono do centro e apontado como líder do grupo, foram encaminhados para a delegacia.
A prisão aconteceu quando dois, dos três presos, jogavam parte da fiação do veículo em um terreno baldio, no Jardim Guarituba. A dupla foi abordada por policiais militares,que passavam pelo local, e contou onde estaria o veículo.
No local, uma espécie de garagem e oficina, que fica no mesmo terreno do terreiro de umbanda, os policias encontraram o Brava, roubado às 11h de sexta-feira, na Rua Leopoldo Belczak, Capão da Imbuia.
Seguro
A vítima contou que foi abordada por um rapaz armado. “Meu carro não tinha seguro. É muito triste a gente trabalhar a vida toda para conseguir alguma coisa e, daí, vem alguém e destrói tudo”, lamentou o dono do veículo, ao ver seu carro cortado.
O delegado Osmar Feijó disse que os três serão ouvidos e cada um responderá criminalmente de alguma forma. “Todas as peças serão periciadas e as vítimas localizadas e ouvidas. No caso do Brava, a vítima não reconheceu nenhum como o assaltante. Neste caso podem responder por receptação”, completou.
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22/05/2009 03:09

Briga resultou em um homem morto e outro detido às 14h20 de ontem, no centro. A confusão começou na Praça Rui Barbosa quando um rapaz, de aproximadamente 25 anos, identificado como “Palito”, foi cercado por três homens.
Um deles quebrou uma garrafa de cerveja e acertou o pescoço de “Palito”, que conseguiu fugir até a esquina da Rua André de Barros e Rua Alferes Poli, onde tombou.
O Siate foi chamado, mas o rapaz morreu em poucos minutos. Logo depois, Marcos Antônio Ramos, 28, conhecido como “Veínho”, foi detido como principal suspeito do crime.
Os guardas municipais Calegarin e Leal patrulhavam a praça, quando ouviram gritos e, em seguida, viram o rapaz caído. “Ele foi ferido na jugular. Perdeu muito sangue e morreu antes de o Siate chegar”, contou Leal.
O soldado Júlio César, do 12.º Batalhão da Polícia Militar, disse que uma equipe encontrou “Veínho” nas proximidades. Ele já tem passagens por furto e lesão corporal e foi encaminhado ao 1.º Distrito Policial (centro), onde foi autuado em flagrante por homicídio.
Negação
Na delegacia, “Veínho”, aos prantos, negou o crime e disse que ele e a vítima bebiam vinho com refrigerante até a hora do crime. “A gente bebia junto, comia no mesmo prato e dormia no mesmo cobertor. Jamais faria isso com meu ‘chegado’”, afirmou.
“Veínho” alegou que quem matou o amigo foi outro rapaz, que frequentemente é visto vagando pela praça. Já um morador de rua disse que “Veínho” vendia drogas e “Palito” era usuário. “Eles já brigaram outras vezes. ‘Palito’ apanhou um monte, mas continuou devendo”, contou.
O corpo de “Palito” foi recolhido ao Instituto Médico-Legal, onde aguarda reconhecimento. Ele trajava bermuda laranja, meias e tênis branco, camiseta vermelha e jaqueta peruana cinza. Ele já foi visto entregando publicidade pornográfica nos semáforos. | comentários(0)
15/05/2009 02:23 Verdureiro atropela a própria mulher

O comerciante Valdecir Morilhas, 38 anos, foi preso por policiais da delegacia de Colombo, depois de, segundo a polícia, intencionalmente atropelar a esposa. O crime aconteceu por volta de 7h de terça-feira, na Rua Arquimedes Pavim, no Jardim Florença, e o suspeito foi preso no hospital.
Depois de atropelá-la, ele a levou a quatro postos de saúde, mas como ela estava inconsciente, foi instruído a encaminhá-la ao Hospital Cajuru. Lá, ele foi detido pelos policiais militares de plantão. A mulher foi internada e ele, conduzido a delegacia do município e autuado em flagrante por tentativa de homicídio. Valdecir está preso.
Divórcio
Depois de 12 anos de casamento e duas filhas, Vanusa de Jesus Ridio, 25 anos (ela casou com 13 anos), pediu o divórcio, mas Valdecir não aceitou. “Ela tentava se separar dele desde janeiro. Há pouco tempo, ele a agrediu e a ameaçou de morte. A queixa foi registrada na delegacia”, contou Manoel Mendes, superintendente da delegacia. Segundo ele, Valdecir já tinha sido intimado, mas não apareceu para dar esclarecimentos.
Mendes contou que, na terça-feira, Valdecir seguiu pelo caminho que a mulher fazia diariamente e jogou o carro em cima dela. “Ela teve vários ferimentos na cabeça. Ficou com muitos hematomas e está psicologicamente abalada.” No hospital, o homem se identificou como primo de Vanusa, mas a farsa foi descoberta pelos policiais militares de plantão. | comentários(0)
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